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Festivais Audiovisuais

Festivais

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  1. Festival Visões Periféricas

    Ao longo de seus dez anos ininterruptos o Festival Visões Periféricas estimulou o surgimento, crescimento e conexão de projetos de produção e difusão audiovisual espalhados pelo Rio de Janeiro, estados do Brasil e América Latina. Projetos que promovem uma formação técnica e estética de indivíduos e coletivos nas periferias e ampliam o espectro de visões do público em geral sobre esses espaços a partir do olhar de quem vive o seu cotidiano.

  2. Locais de RealizaçãoRio de Janeiro

    Data15 a 20 de agosto de 2018

    Categoriacompetitivo para curtas e longas de todos os gêneros

    Inscrições2 de abril a 26 de maio de 2018

    ProgramaçãoFronteiras Imaginárias; Cinema da Gema; Panorâmica.

    ResponsávelMarcio Blanco

    Contato:Marcio Blanco

     http://www.visoesperifericas.org.br/

  3. Edição Anterior

    Data de realização: 28 de novembro a 3 de dezembro de 2017

    Locais: Rio de Janeiro

    Patrocínio: Ministério da Cultura e RioFilme

    Premiados: 
    PREMIAÇÃO FRONTEIRAS IMAGINÁRIAS
    Troféu Fronteiras Imaginárias
    Maria, de Elen Linth e Riane Nascimento, AM, 2017
    Desde sua aproximação íntima com a personagem, transbordando o essencialista e o existencialista, passando por momentos performáticos bem colocados, o filme se utiliza de uma mistura de linguagens que provocam o espectador a refletir sobre a relação cidade-corpos-gênero, para além de peitos e paus. Cidades que excluem, oprimem e invisibilizam corpos que resistem, existem.
    Menção Honrosa
    Terminal 3, de Thomaz Pedro e Marques Casara, SP, 2017
    Bem construído narrativamente, especialmente através da montagem, tem como ponto forte trazer à tona não só o episódio a que se dedica, mas toda uma gama de temas envolvendo trabalho escravo contemporâneo, migração e condições de vida, desigualdades regionais, até questões fundamentais de um sistema econômico baseado em exploração de seres humanos.
    Menção Honrosa
    Real Conquista, de Fabiana Assis, GO, 2017
    Pela importante contribuição em documentar as lutas dos movimentos pela moradia a partir de uma protagonista mulher, cuja força é evidenciada em uma narrativa de memória, afeto e resistência.
    Menção Honrosa
    Pele suja a minha carne, de Bruno Ribeiro, RJ, 2016
    Pela sensibilidade e qualidade da narrativa, pela beleza da câmera junto aos corpos e pelo impecável trabalho de direção e de elenco.
    PREMIAÇÃO CINEMA DA GEMA
    Troféu Cinema da Gema
    TRANSBAIXADA, de Renan Collier, RJ, 2016
    Pelo acerto na escolha de personagens que, seguindo caminhos diferentes, representam resistência; por estabelecer uma relação íntima entre as personagens e a câmera; por reafirmar uma produção cinematográfica pensante além dos limites da periferia carioca.
    Menção Honrosa
    CORPO ESTRANHO, de Vic Esteves e Aranha, RJ, 2016
    Pela experimentação cinematográfica; por fazer uso de diversos recursos de linguagem para a construção de um discurso urgente; por trazer, através de corpos e vozes, a discussão da temática LGBT.
    Menção Honrosa
    AS PASTORAS, de Juliana Chagas, RJ, 2016
    Por revelar uma visão da periferia nitidamente produzida de dentro dela mesma; e por encontrar, dentro de um universo predominamente masculino, a força de mulheres negras, periféricas e de terceira idade.
    Menção Honrosa
    GIRA, de Filipe Galvão, RJ, 2016
    Pela experimentação cinematográfica; e por elucidar práticas de culto de religião de matriz africana num contexto brasileiro e, especialmente carioca, de perseguição.
    PREMIAÇÃO VISORAMA
    Troféu Visões Periféricas
    SARAU DA ONÇA - A POESIA DA QUEBRADA, de Vinícius Eliziário, BA, 2017
    Pelo domínio da linguagem cinematográfica, em especial a boa qualidade do som captado; por trazer para as telas um cenário de cultura produzido dentro da periferia; por trazer para a cena negras e negros guerreiros e poetas; por revelar o drama, a ferida, a chaga e a procura da cura e por apontar um caminho: "quer ser perigoso? Vá ler um livro".
    Menção Honrosa
    ENQUANTO CALAM-ME OS AGUDOS, de Laís Perini, Laysa Elias e Letícia Bina, SP, 2016
    Pela potência cinematográfica construída numa difícil relação entre temática urgente e linguagem; pela cuidadosa pesquisa sobre a cidade, sobre a literatura e sobre o material filmado; pelo trabalho sonoro pensante; e por trazer para as telas a relação entre as mulheres em luta de uma nova geração e os espaços ocupados por elas.
    Menção Honrosa
    ESTRELAS DO CRUZEIRO, de Felipe Codeço, RJ, 2017
    Pela experimentação cinematográfica; e por trazer para as telas o urgente tema da violência que cruza a educação infantil pública em zonas de conflito.
    PREMIAÇÃO TUDOJUNTOEMISTURADO
    1o Filme mais votado: Marvin, de Marvin Pereira
    2o Filme mais votado: Real Card, de Rossandra Leone
    3o Filme mais votado: Movimento #5, Thiago Merces e Marcos Haas
    PRÊMIO CINEBRASIL TV
    Terminal 3, de Thomaz Pedro e Marques Casara, SP, 2017