"Mostrar pra quem tá na periferia e que não costuma freqüentar as salas de cinema, não costuma ver cinema, que hoje, com o vídeo digital, é viável você falar, se comunicar com essa ferramenta para dizer o que você pensa."
Adriano Cenci, 19 anos - Oficina Cohab Raposo Tavares (2001)
"se a gente pudesse ter cada vez mais isso, poder falar cada vez mais, seja ficção, ou documentário, da visão de todos, um pouco de cada lugar da cidade, do país. Para quem quer trabalhar em cinema é uma grande oportunidade, por que se você tentar viabilizar um projeto, levantar recursos sozinho, é difícil uma empresa investir em gente sem experiência, ainda mais se moradores da periferia da cidade."
Bia Bernardo, 20 anos - Oficina da Freguesia do Ó (2001)
"Foi muito importante porque vimos coisas que não são de acesso do telespectador e compreendemos a produção de um filme. A oficina é muito boa, espero que este projeto continue em outros lugares."
Adelvan de Lima Nunes - Oficina no Jardim São Remo (2002)
"Observação mais apurada, preocupação, por exemplo no que diz respeito aos planos de cenas, enredos, ângulos usados, continuidade, efeitos como reciclagem de imagens, linguagem de documentários e sonoplastia entre outras. São os aprendizados que pude obter no curso."
Marcello Ferreira dos Santos - Oficina em Diadema/SP (2002)
"Quando eu entrei no curso não esperava que fosse tão interessante, os profissionais da Oficina nos apresentaram o trabalho de uma forma clara, numa linguagem que nós entendemos."
Edicleide Almeida Machado, 20 anos - Oficina de Paraisópolis (2003)
"Me afetou bastante porque hoje eu vejo filmes de um jeito diferente, eu particularmente não consigo assistir mais televisão como antes, eu vejo as coisas muito mais diretamente."
Diana Aparecida Oliveira, 16 anos – Oficina Heliópolis (2003)
"Me influenciou totalmente, porque mudou minha maneira de interpretar e agir em relação aos produtos audiovisuais. Mudei o modo de assistir, pois agora tenho mais senso crítico, e também vejo o meu cotidiano com outro olhar, percebendo cenas e meios de realizar uma nova produção."
Ricardo Reis Hiar, 23 anos – Oficina São Sebastião (2004)
"Fiquei encantada com o trabalho que foi desenvolvido. Meu olhar mudou com relação ao cinema. Vejo que através das imagens podemos passar algo importante para o outro. O legal desse trabalho é que os resultados são rápidos."
Valéria Aparecida da Silva, 22 anos – Oficina de Animação (2004)
"Gostei muito. Há um grande esforço para realizar as idéias dos alunos."
Marcus Vinicius de F. Vasconcelos, 19 anos – Oficina Jaguaré (2005)
"Acho que descobri o que quero fazer do resto da minha vida."
Débora Guerreiro, 16 anos – Oficina Atibaia/SP (2005)
"...agora tenho um olhar mais crítico sobre as coisas não só no meio televisivo, mas em todos os pontos da vida."
Mariele Batista Alves, 18 anos – Oficina Sapopemba (2006)
"Me fez criar uma noção crítica e uma maior percepção da estrutura dos filmes."
Guilherme Faccio, 20 anos – Oficina Cotia/SP (2006)
"Mudou a forma de assistir um filme e a minha relação com o cinema virou de amor."
Rafael Rocha dos Santos, 21 anos – Oficina Pq. Santo Antônio (2006)
"A principio junto com o grupo vou levar o cinema para a minha comunidade buscando parcerias com escolas e afins."
Diane Dourado dos Anjos, 19 anos – Oficina Perus (2007)
"No mês que vem, “nós que participamos da oficina”, fomos convidados para fazer um documentário sobre o ECA – Estatuto da Criança e do Adolescente, que estará participando de um concurso com outras escolas."
Yasmin Cristine Domingos Felix, 18 anos – Oficina São Carlos (2007)
"“Como espectador eu tive um grande aprendizado na analise das imagens e também de seus “porquês” . Por que ele filmou daquela maneira? Como e quais foram as intenções mostradas e o por que daquela ação?”"
Danilo Mendes Vieira, 19 anos – Oficina Vila Buarque (2007)
"“O que mais gostei foi ir para as ruas, com todas as dificuldades, pouca verba, equipe pequena e ver que no final isso só faz crescer; um filme não necessita de uma mega produção, e sim de boas idéias e criatividade”."
Cibele Appes de Sousa Coelho, 21 anos – Oficina Modulo II (2007)
"Como espectadora mudou completamente, eu que não tinha muita paciência de parar pra ficar assistindo muita coisa, agora consigo analisar, pensar e imaginar de maneira mais interessante e complexa as imagens, cenas e histórias, estou menos robótica de só “engolir” as informações sem questionar. Sem falar que você fica pensando no que faria ou em alternativas diferentes pra aquilo que acabou de assistir. ... Acho que a gente aprende mais depois que começa o filme e vai editar, porque é aí que você ganha uns toques, percebe onde e porque errou, aprende descobrindo o quanto poderia ter feito melhor."
Amanda Ribeiro Santos, 17 anos
"Como espectadora mudou completamente, eu que não tinha muita paciência de parar pra ficar assistindo muita coisa, agora consigo analisar, pensar e imaginar de maneira mais interessante e complexa as imagens, cenas e histórias, estou menos robótica de só “engolir” as informações sem questionar. Sem falar que você fica pensando no que faria ou em alternativas diferentes pra aquilo que acabou de assistir. ... Acho que a gente aprende mais depois que começa o filme e vai editar, porque é aí que você ganha uns toques, percebe onde e porque errou, aprende descobrindo o quanto poderia ter feito melhor"
Amanda Ribeiro Santos, 17 anos - Oficina Sacomã
"Aprendi a olhar as coisas de outra forma e que não é necessário falar tudo o que queremos mostrar."
Ludmila de Souza Patrício, 16 anos - Oficina Módulo II (2008)
Oficinas Kinoforum - Atividade Paralela do Festival Internacional de Curtas-Metragens de São Paulo
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